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Com uma revolução administrativa, Marialva será pioneira em saneamento digital no Brasil

Segunda-feira, 25 de março de 2024

Última Modificação: 25/03/2024 09:00:42 | Visualizada 137 vezes

O Saema está fechando contrato com uma empresa que vai gerar uma eficiência administrativa sem precedentes no serviço


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O futuro está chegando, e a passos largos! Apesar de ser considerada de pequeno porte, Marialva sai na frente em todo o Brasil na implantação do saneamento digital, que consiste no uso da tecnologia na captação e distribuição de água, gerando eficiência em diversos níveis: produtiva, energética e administrativo-financeira.

 

 

Na prática, uma empresa que acaba de vencer licitação por ampla concorrência vai assinar contrato com o Serviço de Água e Esgoto de Marialva (Saema) e ficará responsável por instalar modernos equipamentos na rede, permitindo um melhor monitoramento e mapeamento de necessidades do sistema.

 

 

“Por exemplo, a empresa vai trocar todos os hidrômetros do município, além de instalar equipamentos que podem ser monitorados remotamente, permitindo que a gente saiba exatamente onde há qualquer vazamento e, ainda, identificar possíveis furtos de água; além disso, todos os poços estarão em sistema único e integrado, melhorando a eficiência da distribuição”, explica o superintendente do Saema, João Vitor Pimentel, que destaca que tudo isso poderá ser feito sem a necessidade de qualquer aumento tarifário.

 

 

Outro ganho é que, com a eficiência administrativo-financeira que será alcançada com as medidas, a autarquia terá caixa mais robusto para poder efetuar as ampliações e melhorias necessárias na rede, especialmente na de esgoto, e também possibilitará a criação da tarifa social, algo bastante aguardado pela população mais carente de Marialva.

 

 

Pimentel explica, ainda, que a nova organização vai permitir que Marialva atinja a meta do Marco Federal do Saneamento muito antes do previsto, antecipando de 2033 para 2025, o que garante que a autarquia não seja obrigada a ser vendida para empresas maiores.

 

 

“O projeto não para por aí, pois prevê ainda uma segunda fase, provavelmente em 2026, com a compra de uma usina fotovoltaica para operacionalizar todo o sistema com energia limpa e alternativa”, conclui o superintendente.

 

 

Fonte: Comunicação

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